Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007
Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007
Circus Bazaar
Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007
CIRCUS

As origens do circo não são fáceis de traçar pois, como qualquer arte popular, a sua tradição foi maioritariamente transportada oralmente de geração em geração, não havendo por isso grandes registos escritos.
Na China foram descobertas pinturas que remontam a 5 mil anos atrás, em que estão representados acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Por outro lado, há quem coloque a origem das artes circenses na Roma Antiga e nos enormes estádios abertos (como o Coliseu ou o Circo Máximo) onde se faziam corridas de cavalos e carroças, e onde os escravos do Império eram forçados a gladiar-se com leões e outras bestas famintas.
Com a queda do Império, a Europa deixou de ter entretenimento de massas garantido e organizado, pelo que os antigos criadores destes espectáculos não tiveram outro remédio se não começar a viajar de cidade em cidade, usando as praças centrais e as feiras locais como palco para os seus feitos. Estes viajantes deram origem a clãs organizados e a verdadeiras famílias itinerantes que passaram a levar consigo o palco e arena das suas performances – a célebre tenda branca às riscas vermelhas.
Os maiores impulsionadores do circo tal e qual o conhecemos hoje foram os norte-americanos. No início do século XIX P.T Barnum e William Cameron Coup criaram o P.T Barnum’s Museum, uma companhia itinerante que unia actuações de animais e de freaks humanos. Os célebres “freakshows” eram autênticas montras de insólitos onde os protagonistas (os “freaks of nature”) eram pessoas anormalmente altas ou baixas, com patologias de ambiguidade sexual ou capazes das mais estranhas performances, como comer fogo ou engolir facas. Diz-se que foram estes mesmos americanos os primeiros a usar os Comboios-Circo (como o de Dumbo o filme da Disney de 1941), para levar o espectáculo de cidade em cidade.
A Europa rapidamente importou este formato que foi crescendo com novas surpresas. Louis Soullier, o dono de um circo francês, foi o primeiro a introduzir as acrobacias chinesas neste espectáculo. Nesta altura, uma típica demonstração de circo incluía as acrobacias e o equilibrismo, a actuação dos referidos freaks, e de animais exóticos, a magia e claro, os palhaços.
A partir dos anos 60, o Circo começou a perder popularidade não só porque se democratizaram outras formas de entretenimento, como o cinema ou o teatro, mas também porque as pessoas despertaram para a violação dos direitos dos animais. Consequentemente assistiu-se ao aparecimento em França do Cirque Nouveau uma arte performativa em tudo similar à do Circo tradicional mas que, entre outras coisas, não recorre aos animais. Fundado em 1984, o Cirque du Soleil é um dos melhores exemplos desta nova corrente circense e um sucesso a nível mundial.
Terça-feira, 13 de Novembro de 2007
PLANETA ERASMUS
O programa Erasmus cumpre 20 anos. Até 2007, mais de 1.5 mihões de jovens europeus viveram experiências que nunca mais vão esquecer.
Uma nova família, idas ao supermercado, noites de loucura, música, álcool, amigos e amigas, viagens, sexo... e algum estudo.
Se também tu estás aí perdido no Mundo, tentando encontrar-te a ti mesmo e ao teu futuro, conta-nos a tua história. Estamos ansiosos por saber como vai isso por aí!
Amanhã, o programa By Pass na Rádio Clube Português terá como convidados dois erasmus no Porto e Vera Campos, representante do Oporto Poets Hostel, lugar de reunião de viajantes de todo o Mundo. Contamos com os vossos textos para acrescentar as vossas às experiências dos nossos convidados.
Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007
SUSHIMANIA | o Ocidente de olhos em bico

Quem ainda não experimentou o tão (a)provado prato nipónico só precisa da primeira vez para não parar de repetir.
Há mais de sete séculos atrás, os pescadores japoneses, em alto mar por vários dias, conservavam o peixe fresco em sal e camadas de arroz. O sabor ácido resultante da fermentação natural do peixe agradou os paladares e transformou a técnica de conservação num prato, que passou a vender-se nas ruas que envolviam a baía de Tóquio. Mais tarde, no século XVII, graças à abundância de peixe, este passa a ser consumido fresco e cru e o sabor ácido da fermentação é substituído pelo tempero do vinagre no arroz. Assim nasceu o Sushi.
Hoje o Ocidente rendeu-se a estas finas fatias de peixe cru enroladas em bolinhos de arroz. Existem mais de 20 mil restaurantes nipónicos fora do Japão. São pratos leves, exóticos, com pouca gordura mas muito nutritivos e confeccionados com exímia apresentação, colorida e sofisticada, que aguça a pecaminosa gula.
Oriental Sushi Ostras Bar
Se saborear um prato de sushi é um prazer, o que dizer de saboreá-lo com vista sobre o Atlântico, num ambiente de elegância e com boa música a tocar? São estes os ingredientes que propõe o novo espaço de sushi do Forte S.João, para além das iguarias que o chef Leandro Gomes da Silva nos coloca na mesa.
Ver este Brasileiro natural de Porto Seguro com mais de 15 anos de experiência em cozinha japonesa a preparar um jantar é como observar uma espécie de dança entre mãos, ingredientes e utensílios.
Começou ali mesmo na sua cidade natal, aos 14 anos, como garçon num restaurante oriental. A amizade que então travou com o patrão japonês despertou-lhe o gosto por cozinhar e hoje lembra-o como o seu grande mestre.
Passou por Belorizonte, Madrid, Barcelona, Ibiza e Palma de Maiorca até aterrar em Portugal. Chegou para montar um restaurante em Cascais, onde permaneceu durante 8 meses, até surgir o convite para o novo restaurante de sushi que o Forte faria nascer.
Inaugurado a 9 de Agosto, o Oriental Sushi Ostras Bar é um lugar que apela aos sentidos. A par do bom gosto do espaço, os jantares são animados por música misturada ao vivo, criando um ambiente convidativo e acolhedor. A qualidade dos produtos que oferece aos clientes é garantida: “O arroz e o gengibre, por exemplo, são importados do Japão e tanto o peixe como o marisco são trazidos frescos pelos pescadores de Vila do Conde”, garante Leandro.
A sugestão do chef é um prato composto por 60 peças para todos os gostos, nas quais enguia, lula, salmão, atum, robalo, camarão ou ostra desfilam numa passerelle de fazer crescer água na boca. Para acompanhar, nada melhor do que um Saqué bem fresco, vinho japonês obtido através da fermentação artificial do arroz.
Este baiano, na Europa há mais de nove anos, acredita que os portugueses, apesar de serem já bons apreciadores desta cozinha exótica, se tornarão maiores adeptos à medida que forem percebendo todas as propriedades benéficas que esta alimentação traz para corpos e mentes: “Somos o que comemos e isso reflecte-se quando nos olhamos ao espelho”, afirma.
Aos 30 anos de idade, revela-se um apaixonado pelo que faz e isso traduz-se no facto de o Oriental Sushi Ostras Bar do Forte S.João ser um dos melhores restaurantes japoneses do Norte do país.
Oriental Sushi Ostras Lounge Bar
13h – 15h / 20h – 01h
Avenida do Brasil, 4480 Vila do Conde
T: 252240600
F: 252240609
www.fortesjoao.pt
Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
PORTO CLOWN


1º Festival Internacional de Clown do Porto
Formações; Espectáculos; Projecção de Filmes e espaço para discussão sobre a temática do CLOWN.
Dias 1, 2, 3 e 4 de Novembro de 2007.
Todos os eventos realizam-se na Rua da Alegria, nº 341- Porto
Informações: Telm: 93 161 7293
teatro.do.frio@gmail.com
http://www.teatro-do-frio.blogspot.com/
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